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20/06/2017

Corte de Névoa e Fúria - Resenha



Qualidade: ☆☆☆☆☆
Autora: Sarah J. Maas
Editora: Galera
Ano: 2016
Páginas: 658
Onde Comprar: Saraiva, Amazon, Submarino, Americanas
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Sinopse: O aguardado segundo volume da saga iniciada em Corte de espinhos e rosas, da mesma autora da série Trono de vidro.
Nessa continuação, a jovem humana que morreu nas garras de Amarantha, Feyre, assume seu lugar como Quebradora da Maldição e dona dos poderes de sete Grão-Feéricos. Seu coração, no entanto, permanece humano. Incapaz de esquecer o que sofreu para libertar o povo de Tamlin e o pacto firmado com Rhys, senhor da Corte Noturna. Mas, mesmo assim, ela se esforça para reconstruir o lar que criou na Corte Primaveril. Então por que é ao lado de Rhys que se sente mais plena? Peça-chave num jogo que desconhece, Feyre deve aprender rapidamente do que é capaz. Pois um antigo mal, muito pior que Amarantha, se agita no horizonte e ameaça o mundo de humanos e feéricos.

A um tempo eu fiz um post sobre o livro Corte de Espinho e Rosas, eu me interessei pelo livro pois quando li sua sinopse na pré-venda, veio escrito que era baseado em A Bela e a Fera e Game of Thrones. Quem acompanha o blog a um tempo sabe que eu sou apaixonada por qualquer história de A Bela e a Fera, e, mesmo nunca tendo visto Game of Thrones, sei que é bom e quero ler os livros.

Eu fiquei super ansiosa para ler, e, assim que lançou, eu baixei a degustação do livro com o primeiro capítulo e me apaixonei. Fiz de tudo até conseguir comprar o livro. Quando eu li Corte de Espinho e Rosas imaginei que não pudesse haver outro livro melhor que esse, estava totalmente apaixonada e fascinada, até que eu li Corte de Névoa e Fúria.

No início eu tinha baixado o PDF no celular para ler, mas eu não estava bem a acabei achando o livro chatinho e parei de ler. Tentei duas vezes e nada, até que ganhei meu Lev (terá post em breve). Baixei o ePUB, pois estava louca para ler um livro nele e não estava conseguindo acessar a loja, então acabei baixando Corte de Névoa e Fúria e decidi ler ele todo. Me arrependi de não ter lido esse livro perfeito antes.

Toda a concepção da história de Corte de Espinho e Rosas que tinha se formado em minha mente mudou de uma forma tão forte que eu me vi simplesmente fissurada por essa mudança que aconteceu. Eu nunca havia lido um livro que tivesse uma mudança tão forte e esclarecedora. Foi algo totalmente novo que me deixou extasiada com o clímax do livro.

As feridas deixadas por Amarantha em Sob a Montanha, foram mais profundas do que Feyre queria admitir. Ela morreu em Sob a Montanha e achava que era impossível se concertar, não com Tamlin tão quebrado quanto. Ela escondia seus pesadelos e pânico de Tamlin, mas não conseguia se erguer. Ele estava tão morto por dentro quanto ela. A protegia e a queria como a noiva perfeita que Ianthe a ajudava a ser, mas ainda existia um contrato, um acordo a ser seguido com Rhysand, mas havia meses que ele não aparecera reivindicando o acordo feito entre eles Sob a Montanha, e Feyre torcia para que ele tivesse esquecido.

Feyre nunca fora a donzela em perigo, isso foi deixado bem claro em Corte de Espinho e Rosas, e em Corte de Névoa e Fúria isso só foi confirmado.

13/04/2017

Floresta Proibida - Capítulo 1



Depois de muito tempo sem postar nada, hoje eu trouxe o primeiro capítulo do livro que eu estou escrevendo. A algum tempo atrás eu postei o prólogo dele e algumas pessoas disseram que queriam ler e eu fiquei muito animada com isso, então resolvi postar o primeiro capítulo que eu acabei de reescrever e melhorar, então me digam o que acharam por favor <3

E se você não leu o prólogo, é só clicar aqui!

O sol já começou a se pôr. Não sei por quanto tempo ao certo fiquei aqui na floresta, mas com certeza fora um tempo considerável. O sol ainda estava alto no céu quando cheguei na clareira. Todos já devem saber onde estou. E, com certeza, estão me chamando de bruxa. Se você não mora em uma cidade pequena, parabéns, porque olha, é um inferno. E é pior ainda se sua minúscula cidade tem costume ainda que medievais em algumas coisas, mas sem abrir mão da tecnologia, pois é, vai entender.

Eu acho que, com tanta tecnologia hoje, eles deviam saber que essa coisa de floresta amaldiçoada e de monstros como vampiros, não existem. E que eu não sou uma bruxa só por gostar da natureza. Mas aqui em Deverly é assim. Eles acreditam que tudo isso da mitologia existe, mas não eu, afinal é mito.


Eu sou a única garota ruiva natural da cidade atualmente, então para eles, isso já é mais do que suficiente para que eu seja uma bruxa. Junte isso ao fato de que o meu parente ruivo mais próximo está morto a algumas décadas e meus pais terem cabelos tão pretos quanto o céu noturno, e pronto, a população de apenas 4.568 pessoas acredita firmemente que foi o diabo quem me mandou. Como se eu acreditasse em diabo, ou em qualquer uma dessas baboseiras. Não me leve a mal, mas depois de tudo o que eu vi que essa gente é capaz por dinheiro, não consigo acreditar em nada do que dizem, muito menos na religião que eles pregam tão fortemente. A não ser que me provem o contrário.

As vezes acho que até meus pais acreditariam nessa baboseira se eles se preocupassem com alguma coisa a não ser o próprio dinheiro. Claro, eles freqüentam a igreja da cidade, dão dízimos e ajudam na congregação, mas por puro interesse já que a igreja basicamente move a cidade, junto com o dinheiro da parte rica da cidade. E sinceramente, isso me irrita. Pessoas sem um pingo de compaixão, de empatia, apenas se importam com seu próprio prazer e luxo.


Sim, eu não sou perfeita, sou a pior pessoa do mundo para muita gente, mas não por fazer mal a outras pessoas, e sim apenas por não fazer o mesmo que eles fazem por dinheiro. Nem todas as pessoas da cidade são ricas. Apenas uma pequena parcela, eu diria que uns 20% no máximo, porém eles controlam a cidade inteira e ai de quem se meter em seus caminhos. Por mais que eu faça parte desses 20%, eu não me encaixo no meio deles, então prefiro ficar aqui muitas das vezes. O barulho da cidade não me atrai. Suas fábricas e amontoados de pessoas só me deixam agoniada.

Porém, acontece totalmente o oposto aqui na calmaria da floresta. Os únicos sons são do riacho mais a frente, que corre calmo em rumo ao sul, o vento chacoalhando a copa das árvores tão verdes que parecem saídos de uma aquarela e os pequenos animais que habitam a natureza esplêndida ao meu redor, pequenos cervos, coelhos de todas as cores, sapos, a diversidade imensa de pássaros e muitos mais animais pelos quais eu seria capaz de largar a cidade se eu pudesse somente viver aqui na companhia deles. Sempre gostei daqui. Em todos os meus 17 anos, desde os 5 eu venho aqui. É meio difícil acreditar, eu sei, mas quando seus pais nunca estão presentes e você tem que se desdobrar para se livrar dos empregados que ficam na sua cola, você acaba se tornando muito auto-suficiente.

Sempre foi assim. E não é só pelos meus cabelos ruivos que eu não me pareço em nada com meus pais, enquanto minha mãe gasta rios de dinheiro com plásticas e tratamentos caros a fim de ter sua aparência de 15 anos atrás de volta, eu tenho uma pele pálida e lisa, sem as manchas de espinhas que é própria para a minha idade, mas um motivo de dizerem que tenho um pacto com o diabo. Meu corpo é magro, mas com curvas delicadas, enquanto minha querida mãe tem tanto silicone que não sei mais diferenciar o que é falso e o que é verdadeiro. Meu cabelo é de um ruivo quase loiro, liso com umas poucas ondas do meio até as pontas na altura do busto, enquanto que os dos meus pais são bem cacheados. Fisicamente eu poderia ser facilmente filha de pessoas totalmente diferentes.


E eu não me importo com o dinheiro, não me importo no que as pessoas vão pensar se eu fazer alguma coisa. Já eles só ligam para as aparências, assim como todos nessa cidade. Chega uma hora que cansa. Eu não vejo a hora de acabar o colegial e ir para a faculdade, e isso significa sair de Deverly e ir para Nova York.

Não que eu não goste da minha cidade, mas ela é totalmente isolada do mundo. A cidadela mais próxima fica a 200 km ao sul. Ao norte, tem a praia, leste, o mar aberto que se junta a praia e ao oeste, minha tão amada floresta. Ela é de proporções gigantescas e eu devo conhecer somente uns 10% de toda a extensão dela.

Meu local favorito é a clareira em que estou. Uma campina aberta de mais ou menos 100 m² com uma grama de um verde que não se vê na cidade. Ladeada com diversas árvores como pinheiros, carvalhos e diversas árvores frutíferas. Sem falar na lua maravilhosa que começava sua ascensão no céu noturno, derramando uma suave luz prateada no chão verde. Mesmo com toda essa beleza, nenhum morador de Deverly se arriscaria a chegar perto da floresta. Chega a ser hilário já que nunca me aconteceu nada de estranho na floresta. Exceto a vez que eu vira um par de olhos humanos escarlates.

Foi uma única vez, à 8 anos atrás. Mas eu não senti medo. Ao contrário, senti que, quem quer que estivesse por trás dos olhos rubros, me protegeria a qualquer custo. Sei que é loucura, mas foi o que eu senti, portanto que assim que ele ou ela percebeu que eu o avistara, se afastou e nunca mais tornei a ver seus olhos. Tentei de todas as formas, porém quem quer que me observasse com eles, fora cuidadoso o suficiente para não me permitir notá-lo novamente. Mas sei que ainda me vigia, posso senti-los me observando de longe. Sentir a sensação de que algo está ali.

Já passa das 21:30. Infelizmente preciso voltar ao barulho da cidade, por mais que eu ame ficar na floresta, amanhã eu tenho aula e, se eu quiser sair dessa cidade um dia, não posso faltar.

O caminho é tranquilo, com uma trilha suave até a saída da floresta, cheias de árvores floridas. Me pergunto como as pessoas dizem que esse lugar mágico seja amaldiçoado. Talvez seja por isso, por ser tão mágico eles não conseguem ver sua beleza. Por ser tão precioso e magnífico, eles temem sua imponência, pois sabem que na natureza, seu dinheiro e ganância de nada valem.

O barulho de um farfalhar de folhas desconhecido me tira de meus devaneios. Viver tanto tempo na floresta te faz conhecer os jeitos, ruídos e barulhos de tudo a sua volta e, com certeza, esse quebrar de folhas secas no chão não eram de patas comuns. Na verdade pareciam mais passos de pés humanos. Pés extremamente rápidos e duros que nenhum animal que eu conheça tenha. Nem mesmo humanos tem passos tão duros e ritmados dessa forma.


Um alarde de perigo começou a zunir em meus ouvidos como uma sirene em incêndios. Eu nunca tinha sentido algo do tipo antes. É como se um sino natural de que algo estava terrivelmente errado soasse em meus tímpanos e fizesse meu corpo responder com um pavor horripilante. Todos os meus sentidos ficavam a cada instante mais e mais em alerta, de acordo que o som se aproximava.

O farfalhar estava mais alto e mais forte a cada segundo e, por mais que eu quisesse correr de volta para a cidade, meus pés tinham se fincado ao chão, como as raízes das árvores ao meu redor. Eu não conseguia me mexer, não era capaz de fazer minhas pernas me responderem por mais que eu tentasse. O que se seguiu foi algo totalmente inacreditável.

Há 30m de mim estava uma criatura humanóide. De pele cinzenta, olhos âmbares como os de um felino e garras gigantescas nos pedaços de carne e ossos que eram suas mãos. Estava parado me olhando com uma fome violenta, não conseguia ficar ereto. Sua coluna era curvada, seus membros tortos e sua feição grotesca.

Da sua boca machucada e ensanguentada, estavam expostos dois caninos extremamente alongados e pontiagudos. Exatamente como os de um vampiro. Criatura que nunca acreditei que existisse. Porém, aqui estava eu frente a frente com um monstro humanóide com presas vampirescas.


Era surreal, por mais que meus olhos o vissem bem ali, a alguns metros de distância, eu não conseguia acreditar que fosse real. Sua pele extremamente acinzentada deixava os ossos a mostra, como se não existisse carne por baixo da pele que parecia apodrecida. Parecia fazer grande esforço para se manter em pé. A curvatura de sua coluna era algo bizarro e assustador, assim como o sibilo que saia de seus lábios como um assobio baixo, que vinha do fundo de sua garganta. Seu aspecto era de um animal faminto, como se não comesse a meses e suas íris âmbares de fendas me encaravam como se eu fosse a sua refeição.


Qualquer pessoa em sã consciência teria corrido o mais rápido o possível, mesmo que meu sentido me dissesse que não adiantaria nada, pois a criatura seria mais rápida que eu. Porém eu não me mexia. Nenhuma parte do meu corpo me respondia, estava totalmente paralisada, uma presa fácil. Chegava a ser engraçado. Enquanto minha mente estava a mil, olhando para a criatura, minhas células não sabiam mais o que era se moverem.

A fera avançou com uma velocidade sobre-humana para mim, mas parecia que alguém tinha diminuído a velocidade do tempo. Enquanto a coisa avançava com seus dentes expostos em minha direção, eu era capaz de perceber todos os mínimos detalhes do que acontecia. Antes que eu sentisse suas presas em mim, um par de mãos me empurrou fortemente. Bati forte contra um carvalho a poucos metros de mim e tudo o que eu conseguia sentir era a dor que irradiava da minha cabeça e se espalhava por cada centímetro do meu corpo. Alguém havia me salvado. Me esforçava para tentar entender a cena que se seguia à minha frente, porém minha vista estava turva e embaçada devido a pancada. Dor irradiava da minha cabeça em direção ao restante do meu corpo e a cada segundo era mais difícil me manter desperta. Não queria desmaiar, precisava saber quem era que havia me tirado do caminho da criatura, porém minha vista já não focalizava mais nada.

Já sentia minhas forças me abandonando, sabia que desmaiaria a qualquer momento. A dor era insuportável demais. Minha cabeça latejava de forma que parecia prestes a explodir nesse instante. Senti uma mão humana em minha testa e a dor se esvaiu quase que instantaneamente, forcei minha vista ainda turva a tentar focalizar o borrão a minha frente porém a única coisa que eu consegui ver foram os mesmos olhos escarlates de 8 anos atrás. A mesma cor que me vigiava escondido em meio aos galhos mais altos das árvores. A dor em meu corpo já havia cessado, mas senti-me extremamente cansada e pouco a pouco a escuridão tomou minha relutante consciência.


23/03/2017

A Rainha Vermelha - Resenha


Qualidade: ☆☆☆☆☆
Autora: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Ano: 2015
Páginas: 424
Onde Comprar: Saraiva, Amazon, Submarino, Americanas
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Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.


Eu conheci essa série de livros à 2 dias atrás pela minha prima, obrigada prima XD, quando fiz um publicação no facebook pedindo indicação de livros para ler. Amo ter livros físicos, mas muitas das vezes eu baixo da internet, sou pobre, fazer o que :(, e foi o caso de A Rainha Vermelha.

Eu tenho certa facilidade em ler rápido, então estou mais ou menos na metade do livro para o final e achei um livro maravilhoso para trazer para vocês, mesmo não lendo com a frequência que eu quero, eu posso dizer, a história me prendeu de um jeito inimaginável. Uma escrita fácil, gostosa de ler, e um enredo incrível. Nunca me passaria pela mente a história de pessoas com sangue prateado com poderes, ou qualquer coisa que se encontre na história de Victoria Aveyard.

É um livro que vale muito a pena comprar e eu, assim que possível, terei o livro, só não decidi ainda se o físico, ou digital.

29/01/2017

Corte de Espinhos e Rosas - Resenha


Qualidade: ☆☆☆☆☆
Autora: Sarah J. Maas
Editora: Galera Record
Ano: 2015
Páginas: 434
Onde Comprar: Saraiva, Amazon, Submarino, Americanas
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Corte de Espinho e Rosas foi escrito pela mesma autora da coleção Trono de Vidro, a Sarah J. Maas. Livro que ainda não pude ler, mas quero muito. Corte de Espinho e Rosas é, ao mesmo tempo, original e uma junção adaptada do meu conto favorito A Bela e a Fera com Game of Thrones. Se passa numa era ainda medieval. Com príncipes, reis e feéricos.

A história é narrada em primeira pessoa e se passa pelos olhos de Feyre, a filha caçula de um comerciante falido. Depois da morte de sua mãe e da perda da fortuna da família, Feyre tem de cumprir uma promessa feita em leito de morte de proteger suas irmãs mais velhas.

Com a perda da fortuna, seu pai também teve a perda dos movimentos sua perna. Fazendo com que o mesmo não se importasse mais em trabalhar. Então a mais nova passa a caçar na floresta para dar de comer a sua família e ganhar algum dinheiro com a venda das peles. Porém, com a chegada do inverno e a migração da grande maioria dos animais, Feyre se vê obrigada a adentrar cada vez mais na floresta. Chegando a partes em que nenhum humano ousaria por os pés. Principalmente depois dos rumores de que os feéricos estariam atravessando a muralha mágica que mantinha os humanos a salvo.

Sua aventura, ou, como ela achava no início, sua prisão, começava no momento em que a mesma encontra um lobo gigante e o mata. Mas não era somente um lobo e sim um feérico. De acordo com o tratado firmado a mais de décadas depois de uma batalha, qualquer morte de feérico, causada por um humano, deveria ser pago com a própria vida. E quando um lobo maior ainda a vem buscar para cumprir sua parte de acordo, Feyre se vê sem saída.

Porém nem tudo acaba sendo como ela imaginava. Muitas coisas não são como os outros dizem e ela aprendeu isso do outro lado da muralha.

Espero que tenham gostado da resenha. Já leu o livro? Me diz aqui o que achou =D

25/11/2016

Lembrança - A Mediadora vol 7


A Mediadora é uma série que eu gosto muito faz um bom tempo já. Quando comecei a ler essa saga, ele só possuía 6 livros. São eles Terra das Sombras, O Arcano Nove, Reunião, A Hora Mais Sombria, Assombrado e Crepúsculo. Até então não tinha informações de que a autora Meg Cabot iria escrever mais algum, porém a mesma nos presenteou com Lembrança e um livro bônus do pedido de casamento do Jesse para Suzanna.

Eu li Lembrança e não tenho do que reclamar. Meus livros favoritos continuam sendo o 1° e o 6°, porém o 7° não fica atrás de toda a saga. Se você já leu toda a coleção, você com certeza conhece Paul Slater, depois de 6 anos, ele volta para atormentá-la prometendo destruir a antiga casa dela na Colina Carmel e alegando que isso despertaria o demônio no que foi trago de volta a vida, nesse caso o Jesse, e fazendo-o matar sua companheira, nesse caso a Suzy. Paul diz prometer manter a casa intacta se Suzanna. Então, se você gostou dessa breve, bem breve mesmo, explicação, vou deixara sinopse aqui em baixo. Recomendo vocês a comprarem o livro, sério, vale muito a pena!

Sinopse: Meg Cabot retorna com uma divertida e sexy continuação da saga de Suzannah Simon, a menina que via fantasmas... e os ajudava a passar para a luz Agora, mais velha e experiente, tudo que Suze quer é causar uma boa impressão no primeiro emprego desde sua formatura — e desde o noivado com o Dr. Jesse de Silva, ex-espírito e sua alma gêmea. Como não bastasse, um fantasma de seu passado resolve aparecer. E esse não é um espectro que ela possa mediar. Afinal, Paul Slater está bem vivo, milionário e, ainda por cima, é o novo proprietário da antiga casa de Suzannah. Aquela na qual conheceu Jesse. Isso não seria um problema se ela não tivesse acabado de descobrir que uma antiga maldição poderá transformar seu amado num demônio, caso seu antigo local de descanso seja demolido, como Paul pretende. Agora ela precisa dar um jeito em Paul, que a está chantageando sexualmente — isso mesmo... ou ela dorme com ele, ou perde Jesse —, enquanto tenta ajudar uma caloura assombrada por uma menininha muito poderosa.

19/08/2015

Apaixonada Pelas Sombras - Capítulo 1


O céu estava azul e vermelho com aquela bola gigante conhecida como Sol se pondo ao mar. De repente tudo escureceu e quando pude ver novamente eu estava em um lugar completamente diferente. Não havia Sol, mas tudo tinha um tom avermelhado, como se eu estivesse em um quarto iluminado somente com luzes vermelhas, e estava um cslor infernal. Era como se eu fosse jogada dentro de uma fornalha.

A paisagem era completamente diferente. Eu agora estava olhando para um castelo feito de obsidiana. Não me pergunte como eu sei disso, simplesmente sei, como sei que a Terra é redonda. O castelo era majestoso e imenso, mas não era o elemento mais estranho do cenário. Eu estava em um tipo de jardim. Mais precisamente, o jardim desse castelo. Porém a grama não era verde como sempre, mas sim num tom escuro. Algo como uma mistura de marrom com cinza escuro, algo que nem sei se existe. Os arbustos e árvores eram feitos de metal. Algo como prata ou platina, eram muito brilhantes. E suas flores eram joias preciosas como o rubi, diamante e muitos outros. Algumas das árvores brilhosas tinham frutos, romãs para ser mais exata. Algo surreal, mas, tenho que admitir, lindo.

Então do nada a cena muda novamente, mas dessa vez não era algo belo como o jardim e o castelo, mas sim algo assustador. Eu estava agora perante um rio horrendo. Um rio de água vermelha como o sangue e que de onde subiam labaredas de fogo cheio de corpos queimando dentro desse rio. O calor ficou mais insuportável ainda que chegava a sufocar. Menos de um segundo depois eu acordei.

Olhei para o relógio e ainda eram 04:20 da manhã. Estava completamente suada e ainda sentia o calor sufocante do sonho. Forcei-me a levantar da cama e fui tomar um banho gelado para esfriar meu corpo que estava febril. Minha cabeça latejava muito como se o esforço para me acordar do pesadelo tivesse sido demais.

Isso era tudo o que eu precisava. Já não bastava hoje ser meu primeiro dia em uma escola nova na cidade nova e completamente afastada da minha, eu ainda precisava ter pesadelos e uma baita dor de cabeça.

Quando terminei o banho sabia que não voltaria a dormir. Não depois de um pesadelo tão vívido como esse. Eu nunca vira um lugar como esse, era impossível existir, mas algo me dizia exatamente o contrário.

Continua...

17/08/2015

Um Pouco Sobre House of Night


A série se passa em uma sociedade onde os vampiros são aceitos. Eles possuem uma anomalia genética que manifesta em algumas pessoas na puberdade e são marcados e enviados para uma escola que oferece o treinamento necessário para se tornarem vampiros adultos. (Trecho retirado do site Sobre Livros)

Devo admitir que não cheguei a ler toda a coleção (são 11 livros publicados mais 1 que a autora ainda está escrevendo), porém li os 4 primeiros livros e comecei a ler o quinto, mas como eu lia do computador isso cansou muito a minha vista e eu tive que parar, só que sexta foi o primeiro dia do treinamento do meu trampo (deixei de ser vagabunda o/) e vou começar a comprar e ler a coleção e quem sabe resenhar para vocês.

A história se passa com Zoey. Uma adolescente normal que é marcada por um vampiro e  descobre não ser uma vampira comum. Cada livro tem uma própria aventura muito boa e diferente, mas sempre ligadas uma a outra. O único fato que eu não gosto é que em cada livro a Zoey está com um namorado diferente.


Marcada: Zoey acaba de ser marcada como uma vampira, o que significa o início de uma nova vida, longe de seus amigos e de sua vida atual. Isso se seu corpo suportar o período de transformação, caso contrário ela morrerá. 

Se vocês quiserem que eu traga as outras sinopses é só me falarem. Como eu disse, são 11 liivros já publicados e eu achei que se colocasse todas aqui o post iria ficar muito grande (por mais que essa tenha sido a minha vontade).

Obs.: Imagens do Google.

29/06/2015

Floresta Proibida - Prólogo


Oi pessoas, como estão? Hoje eu vim trazer o prólogo de um livro que eu estou escrevendo. Ainda está bem no comecinho, mas sabe quando toda a história está na sua cabeça? Então. Espero que gostem!

"Depois de vagar durante horas na floresta, ele finalmente a vira. Mantinha-se escondido em meio aos galhos mais altos das árvores. Sabia que a menina não tinha consciência de sua presença, mas ele sempre a observara explorar a floresta desde que a vira pela primeira vez alguns anos atrás.

Não conhecia nada da misteriosa menina, não sabia o que os cidadãos da pequena cidade achariam se ele se atrevesse a querer saber mais sobre a criança. Além do fato de que eles a julgariam para sempre por frequentar a floresta. Ele tão pouco se aproximava dela. Não sabia qual seria sua reação. Não queria assustá-la, então apenas se contentava em observa-la de longe. Dia após dia. Até que chegasse o momento certo."

- Floresta de Deverlly - Carolina do Norte - 1998 

06/02/2015

3 Livros para ler


Eu amo livros. Isso é um fato. Lembro muito bem qual foi o primeiro livro que li na minha vida e quando foi. A exatamente 7 anos eu pegava o livro Crepúsculo para ler. O Primeiro livro que li. Lembro-me bem da deliciosa sensação de imaginar tudo o que acontecia em casa palavra ali escrita. Cada sorriso, choro, sensação de medo, alívio. Diversas emoções que esse e tantos outros livros que li nesses últimos 7 anos me proporcionam. É maravilhosa a sensação de estar junto na história, de gritar sozinha e involuntariamente com um personagem que fez exatamente o que não deveria.

Por isso hoje eu trouxe 3 livros que eu estou louca para ler. 50 Tons de Cinza, que vai sair o filme nos cinemas, mas eu só irei ver depois de já ter lido o livro - mesmo que isso me deixe maluca. A Submissa, que eu achei por acaso na internet, li a sinopse e me apaixonei. E Desastre Iminente, que é o segundo livro de Belo Desastre - um livro perfeito que eu li em questão de 2 dias de tão perfeito.

50 Tons de Cinza: Quando Anastásia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja - mas em seus próprios termos.

Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferências de Grey, Ana hesita. Por trás da fachada de sucesso - os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família -, Grey é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos.

A Submissa: O poderoso empresário Nathaniel West precisa saciar suas fantasias secretas e busca uma mulher com quem realizar seus desejos mais primitivos. Ao saber que ele está à procura de uma nova submissa, Abigail King, movida por um segredo do passado, não hesita em se candidatar, aceitando os termos mais perversos do sedutor Nathaniel e deixando-se levar por um mundo de luxúria e submissão, onde não há limites para o prazer. Mas nenhum dos dois imagina que esse jogo pode despertar sentimentos e sensações incontroláveis.

Desastre Iminente: Travis perdeu a mãe muito cedo, mas, antes de morrer, ela lhe ensinou duas regras de vida - ame muito, lute mais ainda. Tendo crescido em uma família de homens que gostam de jogos e lutas, Travis Maddox é um cara durão. Musculoso e tatuado, bad boy até o último fio de cabelo, ele leva uma mulher diferente para casa a cada noite. Até conhecer Abby Abernathy. Determinada a se manter longe de problemas, Abby resiste com todas as forças ao charme de Travis, sem saber que assim só o deixa mais determinado a conquistá-la. Será que o invencível Travis 'Cachorro Louco' Maddox vai ser derrotado por uma garota?

E vocês, querem ler quais livros?

05/05/2014

A Vida Nada Perfeita de Lucy - Capítulo 5


— Q-Que estou apaixonada por você. - Digo desviando os olhos corada.
— Como... Como você tem tanta certeza disso? - Clara pergunta parecendo estar nervosa.
— É que desde aquele beijo eu não paro de pensar em você. Eu não consigo mais te tirar da cabeça. Vivo pensando em você. Me imaginando nos seus braços novamente. Quero ser eu a que vai te fazer sorrir, a que vai cuidar de você. - Despejo tudo de uma só vez, antes que a vergonha e o nervosismo me impedissem de continuar.
Clara fica me olhando com um misto que parecia ser de alegra e de preocupação.
— Não sabe o quanto esperei por isso - Ela diz sorrindo.
— Como assim? - Sussurro sem entender.
— Eu te amo desde muito antes de te beijar. - Ainda sorria - Te beijei aquele dia porque não conseguia mais me conter. Não conseguia estar tão próxima de você e não poder te beijar. - Clara acaricia meu rosto enquanto diz.
— Está falando sério? - Pergunto abrindo um sorriso. Sinto uma alegria enorme. Uma alegria que nunca havia sentindo.
— Muito - Clara diz se aproximando de mim e me beijando.
Sonhei tanto com esse momento. Eu não tinha noção de nada enquanto ela me beijava. Só da leve e doce pressão dos lábios dela nos meus.
— Nunca pensei que conseguiria ter você - Diz Clara ao se afastar.
— Digo o mesmo - Sussurrando sorrindo.
— Fica comigo essa noite - Pede também sussurrando.
— É tudo o que eu mais quero - Sorrio.
Clara me beija mais uma vez. Agora o beijo foi mais intenso e eu correspondo na mesma intensidade. Deixando transparecer todo desejo contido em mim.
— Vamos subir? - Pergunta sem se afastar completamente de mim.
— Aham - Digo. Ela se levanta me puxando levemente.
Deixo ela me conduzir. Não fazia nem ideia de onde vinha toda essa audácia, mas nem ligava. A única coisa que eu conseguia pensar, era no quanto eu a queria. Ao chegarmos no quarto dela, Clara ficou me encarando. Julgando o que eu queria. Não era mais capaz de estar tão perto dela sem beijá-la, a beijei com demasiada intensidade. Clara foi me empurrando de leve até a cama enquanto me beijava. Fui cedendo cada vez mais as carícias dela, até que ela tinha total controle sobre mim.
Quando dei por mim, já estava deitada. Clara estava por cima de mim me beijando. Eu subi a blusa dela e ela se afastou para tirar e tirou a minha. Ela desceu os beijos até o meu pescoço enquanto acariciava minha cintura. Eu desabotoei o sutiã dela e ela o meu. Clara começou a beijar um dos meus seios enquanto acaricia o outro. Nossas carícias continuaram durante um bom tempo. Nossa noite foi mágica. Nos amamos sem nenhuma culpa. Nós nos entregamos totalmente a nossa paixão até que adormecemos abraçadas uma na outra.
Acordei sentindo uma leve e deliciosa pressão sobre os meu lábios. Era Clara me dando um selinho.
— Não existe melhor jeito de acordar que esse - Digo sorrindo e dando um selinho nela também.
— Quero te acordar assim todos os dias meu amor - Diz acariciando meu rosto de leve com as pontas dos dedos. - Vamos tomar um banho? - Pergunta sorrindo.
— Vamos sim - Sorrio e me levanto.
Nós tomamos um banho juntas. O melhor e mais demorado banho de toda a minha vida. Disso eu tenho certeza. Depois voltamos para a cama afim de ficarmos um pouco mais abraçadas uma na outra.

Continua...

01/04/2014

A Vida Nada Perfeita de Lucy - Capitulo 2


Depois de vermos uns 2 filmes, decidimos tirar algumas fotos. Ai aconteceu algo que eu não esperava. Clara me beijou.

— Desculpe. Desculpe, desculpe, desculpe - Clara repete várias e várias vezes.

— Tudo bem, tudo bem. - Digo um pouco corada.

— Não sei o que me deu Lucy, eu sinto muito. Vamos esquecer isso o.k.?

— Tá, tá bom - Digo um pouco desnorteada. Por algum motivo, ao invés de me afastar eu correspondi ao beijo e gostei dele, mas é como ela disse, vou esquecer isso. De uma vez por todas.

Depois do inesperado beijo, nós duas decidimos ver séries na TV e ambas agimos normalmente uma com a outra. Ela parecia ter realmente esquecido, mas eu não conseguia esquecer de jeito nenhum. Não sei o porque, mas aquele beijo não saia da minha cabeça, e eu não parava de pensar no quanto eu havia gostado dele.

Algumas horas depois eu fui para minha casa, não estava afim de falar com ninguém, simplesmente me tranquei no quarto e deitei na cama, ainda pensando no que havia acontecido mais cedo.

— Porque aquele beijo não sai da minha cabeça? - Digo rolando na cama. De repente sinto o meu celular vibrar e vejo uma sms do Gu.

Está podendo falar amor? Me desculpe por hoje cedo, não quero ficar brigado com você.

Tudo o que eu não queria agora era ter que falar com ele, ignorei a sms e tentei dormir um pouco.

Acordei com o som do meu celular despertando. Levantei, escovei os dentes e me arrumei para o colégio. Não sei porque, mas estava torcendo para o Gustavo não ir hoje.

Tomei meu café e fui para a escola. Chegando lá o Gustavo já estava lá e eu o amaldiçoei mentalmente por um instante, mas logo depois me perguntei o porque estava fazendo isso. Ele é o meu namorado, certo? Eu devia estar feliz por vê-lo.

— Bom dia amor, me perdoe por ontem? - Ele diz e me beija, mas eu não retribuo - Está tudo bem? - Pergunta ao ver que eu não retribuo o beijo.

— Está sim, só estou com um pouco de cólica. Perdoo sim, esquece isso - Digo fingindo estar passando mal.

— Ah tá. Vamos, senta um pouco - Diz me puxando de leve até um dos bancos

— Não, está tudo bem - Digo me esquivando - Olha, a Clara, vou falar com ela - Digo quando a vejo. Meu coração dispara e eu não entendo o porque, mas ignoro e vou andando até ela, deixando o Gustavo para trás.

— Bom dia guria - Clara diz sorrindo. Não sei porque, mas adoro quando ela sorri.

— Bom dia Clarinha 

— Acho que o babaca do seu namorado quer me matar por algum motivo. Está me olhando como um assassino - Diz com um leve sorriso irônico

— Está com raiva por ter recusado ir ao cinema com ele ontem para ficar com você, e por tê-lo largado agora para vir falar contigo

— Ah, não tenho culpa de eu ser mais interessante que ele - Clara finge cara de convencida, o que me faz rir. - Estou mentindo? - Clara também ri

— Nem um pouquinho amiga - Digo rindo e ouço o sinal tocar - Vamos logo pra sala - Digo enquanto vou andando em direção as escadas

— Vamos - Clara me acompanha enquanto conversávamos sobre vários assuntos diferentes. Ela, em nenhum momento, falou sobre o beijo que me deu ontem e, por algum motivo que desconheço, isso me deixou triste.

Continua...

01/03/2014

A Vida Nada Perfeita de Lucy - Capitulo 1


Todos acham que a minha vida é perfeita... Coitados... Se soubessem de metade das coisas que acontecem teriam pena de mim ao invés de dizer coisas como: "Como eu queria ser você, Lucy!".

Bom deixa eu me apresentar, me chamo Luciana Viera e tenho 17 anos. Você não deve ter entendido o porque eu disse que todos acham minha vida perfeita e estão errados não é mesmo?! Em primeiro lugar, a vida de ninguém é perfeita, posso lhe garantir, em segundo porque sou obrigada a fazer coisas das quais eu sinto nojo de mim mesma. Não entendeu? Te garanto que irá entender mais para frente.

— Lucy, vem tomar café da manhã, vai se atrasar! - Ouço minha mãe gritar. Minha mãe se chama Luiza e tem 45 anos. Ela tem cabelos loiros e curtos. Bem diferente de mim que, para irritá-la, é azul com pontas rosas (Longa história).

— Já vou - Digo terminando de me arrumar.

Moro com minha mãe e minha irmã num apartamento no Rio de Janeiro. Na verdade, poderia dizer que moro sozinha no meu quarto, pois passo a maior parte do meu tempo isolada lá. Não me dou bem com a minha irmã Ariana, mas procuro não discutir com ela pela minha mãe. Brigo muito com minha mãe as vezes por ser o tipo de filha que nenhuma estilista iria querer ter. Eu deixo o privilégio de ser a cópia da Barbie para a Ariana, isso não é para mim.

Desço, tomo meu café quieta, apenas com o som da música The Reason do Hoobastank tocando alto nos meus fones de ouvido. Minha mãe e Ariana falavam algo sobre eu ainda ficar surda com o volume dos meus fones, mas nem dei bola. Quando terminamos o café, Ariana e eu fomos para a escola.

Chegando lá cada uma foi para seu mundo. Ela, a R.O.M.A.P (ruiva-oxigenada-metida-a-patricinha). Eu e meus amigos a chamamos assim por ela ser ruiva de farmácia e querer bancar a gostosona da escola, apesar de muitos não darem bola à ela.

Eu fui para o lugar onde eu minha melhor amiga sempre ficamos. Chegando lá, ela não tinha chegado ainda, sentei no banco e fiquei ouvindo AC/DC esperando os outros.

Levo um susto quando Gustavo, meu namorado, chega por trás de mim e tira meus fones de ouvido.

— Quer me matar de susto Gu? - Pergunto assustada.

— Sabe que não meu amor - Diz sorrindo de lado e me dando um selinho.

— Mas pareceu - Digo depois de corresponder o selinho.

— Vamos ao cinema hoje amor?

— Não dá, vou pra casa da Clara - Digo - Combinamos de fazer uma sessão de filmes hoje.

— Não acredito que prefere ficar com ela do que comigo! Sabe que não gosto dessa Clara! - Gustavo diz irritado.

— Primeiro, pára de drama, ela é minha melhor amiga, e segundo, porque não gosta dela? - Pergunto com séria. Se ele achava que eu ia deixar de ficar com minha melhor amiga pra sair com ele, ele estava enganado. E nunca iria parar de falar com ela.

— Será que é porque ela é lésbica? - Ele diz como se fosse óbvio.

Eu bufo e reviro os olhos - Não venha com seu preconceito idiota para cima de mim. Ela é minha melhor amiga, independente de você gostar ou não. - Digo me levantando.

— Aonde vai?

— Andar um pouco. Espero que não venha atrás de mim! - Saio irritada. Será possível que em pleno século XXI ainda existam pessoas tão idiotas? Ou melhor, como eu fui namorar com um cara idiota desses? Agora entendo o porque Clara não gosta dele.

Continuo andando pela escola tentando resfriar minha mente quando vejo Clara chegando. Ela é uma das meninas mais lindas da escola e é cobiçada por todos os garotos e parece se divertir em deixá-los babando por ela e tristes por saberem que nunca vão tê-la. Me divirto aos montes com isso.

— Que cara é essa guria? - Me pergunta ao me abraçar.

— Discuti com o Gu - Digo dando ombros.

— Esse cara é um idiota, nem sei porque ainda está com ele.

— Estava me perguntando a mesma coisa a 3 segundos atrás - Rio de leve.

Clara gargalha e ouvimos o sinal tocar. Nós subimos para a sala e assim se passa a manhã.

Quando saímos, Clara e eu fomos para a casa dela. Ao chegarmos lá, Clara preparou pipocas e refrigerante para ambas e começamos a ver os filmes.

Depois de vermos uns 2 filmes, decidimos tirar algumas fotos. Ai aconteceu algo que eu não esperava. Clara me beijou.

Continua...

21/01/2014

6 livros que quero ler


     1. Sapphique - Catherine Fisher: Ele foi o único que escapou. Agora tem o poder de os salvar… ou destruir.

Finn conseguiu fugir de Incarceron, a terrível prisão viva e o único lar de que tem memória, mas a liberdade está longe de ser o que imaginava…

Cláudia acredita que, se Finn reclamar o direito ao trono do Reino, será capaz de libertar Keiro da temível prisão; mas o Exterior não é o paraíso idílico com que Finn sonhava e o jovem vê-se subitamente prisioneiro de um obscuro jogo de intrigas e mentiras, que adia os seus planos. 

Entretanto, na obscuridade de Incarceron, os prisioneiros falam de um homem lendário – Sapphique, o único que conhece os segredos e o único capaz de destruir a prisão. São inúmeras as histórias sobre as suas façanhas, mas haverá alguma verdade nelas? Será que ele existe mesmo? Dentro e fora, todos aspiram à liberdade… como Sapphique.

     2. A Culpa é das Estrelas - John Green: A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. 

Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

     3. O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë: Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas.


     4. Os Instrumentos Mortais - Cidade das Cinzas - Cassandra Clare: Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau... e também o pai de Clary e Jace.

Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai?
Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações.

     5. Um Amor Para Recordar - Nicholas Sparks: “Cada mês de abril, quando o vento sopra do mar e se mistura com o perfume de violetas, Landon Carter recorda seu último ano na grande Beaufort. Isso era 1958, e Landon já tinha namorado uma ou duas meninas. Ele sempre jurou que já tinha se apaixonado antes. Certamente a última pessoa na cidade que pensava em se apaixonar era Jamie Sullivan, a filha do pastor da Igreja Batista da cidade. A menina quieta que carregava sempre uma Bíblia com seus materiais escolares. Jamie parecia contente em viver num mundo diferente dos outros adolescentes. Ela cuidava de seu pai viúvo, salvava os animais machucados, e auxiliava o orfanato local. Nenhum menino havia a convidado para sair. Nem Landon havia sonhado com isso. Em seguida, uma reviravolta do destino fez de Jamie sua parceira para o baile, e a vida de Landon Carter nunca mais foi a mesma.

     6. Memórias da Lua Cheia - Andressa Andrião: Ela estava sem memória e sozinha, perdida em uma floresta durante uma noite de lua cheia, em que os lobos uivavam perigosamente. A única informação que tinha sobre si mesma estava em um bilhete borrado pela chuva que dizia que seu nome era Alissa. Quando jurara que se tornaria comida de lobos, ele aparece. Um rapaz que em seu primeiro momento parece ter vontade de matá-la, mas logo em seguida resolve misteriosamente salvar sua vida e cuidar dela até que alguém apareça em sua procura. Por mais que ela tivesse expectativas, ninguém nota seu desaparecimento, levando-a a ter que morar com aquele rapaz repleto de segredos, que ela conhece na floresta. Com o tempo um romance começa a surgir entre eles, mas ainda havia um mistério: um homem enigmático e atraente que desenvolve um interesse imediato por ela. Alissa então descobre que sua perda de memória não era exatamente o que ela imaginava e que o mundo era muito mais cheio de mistérios e magia do que ela acreditava ser.